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19 comentários
Três dias atrás… matei a minha mãe. 

Me arrependo agora, mas a culpa foi dela. Ela estava psicótica, alucinando que eu mentia para ela todos os dias e tramando algo horrível. Ela gritava comigo, quebrava pratos e copos, as vezes as coisas ficavam tão ruins, que ela me atacava. Eu planejava juntar dinheiro o suficiente para me mudar e arrumar uma ajuda profissional para ela, mas eu não conseguia resistir ao stress. Derrubei-a pelas escadas uma noite quando ela me atacou, resultando em seu pescoço quebrando. Seu histórico mental foi o suficiente para os investigadores aceitarem que tudo foi um acidente. 

Hoje foi o seu funeral, e os membros da minha família ofereceram suas condolências, antes e depois da cerimônia. Eu me senti terrível, sabendo que se soubessem da verdade, suas palavras seriam cheias de ódio e ressentimento, ao invés de simpatia. Logo, fomos para o almoço na casa da minha tia Victoria. Saí para o quintal, tentando fugir da atenção sufocante que recebia da minha família. Foi então que vi a minha sobrinha de oito anos, Rebecca, sentada sozinha num banco, sussurrando, como se estivesse conversando com alguém. Me aproximei curioso, e na esperança que o seu charme ingênuo pudesse me animar. 

“Ei, Rebecca, o que você está fazendo sozinha aqui fora?” perguntei no tom suave que qualquer um poderia se dirigir à uma criança, enquanto me sentava ao lado dela no banco. Ela não me respondeu de imediato, ao invés disso, ela apenas ficou me encarando com um olhar de pena e preocupação, então suspirou e abriu a boca para falar. 

“Alex… por que machucou a tia Jane?” Meu coração afundou com aquelas palavras que ela tão inocentemente direcionou para mim. Congelei e senti meu corpo começar a suar enquanto as batidas do meu coração aceleraram. Engoli em seco e respirei fundo, antes de tentar responder . 

“O- o que a faz pensar isso, Rebecca?” perguntei, com minha voz tremida quebrando o silêncio. 

“A tia Jane me contou.” Meu queixo caiu. “Ela está sentada bem aqui,” ela anunciou de modo sombrio, apontando para o outro lado dela no banco. 

Eu a fiz prometer que não contaria para ninguém sobre a verdade da morte da minha mãe. Aquela garotinha poderia arruinar minha vida com apenas uma frase, “ Alex matou a Tia Jane”, e isso, mais que qualquer coisa, me perturba intensamente. Um dia... 

…terei que mata-la também. 

  
 NinjaPie94

19 comentários :

  1. Acabou de um jeito tão... "aleatório"?
    7/10

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  2. Acho que vou voltar a ler as creepys de 2012 ;-;

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  3. Poderia ser melhor desenvolvida, Mas é boa

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  4. Me lembrou o filme "O sexto sentido".

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  5. Como faço para ser tradutor do blog?

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  6. Respostas
    1. ele matou a mãe, mas todos achavam q era um acidente. a criança podia conversar com o fantasma da mãe assassinada então sabia a vdd

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  7. Meu avô fumou durante sua vida inteira. Eu tinha cerca de 10 anos quando minha mãe disse a ele, ‘Se você quiser ver seu neto se formar, você precisa parar imediatamente.’. Lágrimas saíram de seus olhos quando ele percebeu o que realmente estava em jogo. Ele parou de fumar imediatamente. Três anos depoius ele faleceu de câncer nos pulmões. Eu estava realmente triste e aquilo me destruiu. Minha mãe me disse- ‘Nunca fume. Por favor não faça sua família passar pelo que o seu avô nos fez passar.’ Eu concordei. Aos 20, eu nunca toquei em um cigarro. E preciso dizer, eu sinto um pouco de arrependimento de nunca ter feito isso, porque, de qualquer jeito, essa Creepy Pasta me deu CANCER!!!

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  8. sabe oq acontece com quem coloca um sino no forno?
    é preso por ser um assa sino

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